Feeds:
Artigos
Comentários

Amor de Sempre

Porque “quem ama tem medo de perder”?
Porque sentimos medo que, de um momento para o outro, sem que tenhamos razão para isso, a pessoa que amamos abandone a nossa vida, aquela que já não somos capazes de imaginar sem ela?
Talvez o medo seja uma necessidade do amor, essencial para nos obrigar a lutar, em cada dia que passa, por quem amamos de forma a construirmos o nosso amor. Talvez seja este o sentimento de que o amor apesar de único e forte mesmo tempo pode ser vulnerável.
O amor constrói-se todos os dias, para tal temos de lutar por ele da mesma forma com que lutamos para sobrevirer, viver com o medo, sim, mas sem nunca deixarmos de ser felizes.

Tudo começou à nove meses, não te vou dizer que me custou, não vou dizer que tive muitos medos (o tal medo), não vou dizer que não sofri, não vou mentir. Só desejava que tivesses sempre gostado de mim da mesma forma que gosto de ti. Talvez por ser uma criança, inexperiente e inocente, talvez por não saber amar como mandam as regras, talvez por não ser este o meu mundo, talvez por procurar a perfeição, talvez por viver para os outros. Tantos “talvez”, para representar um medo ou uma forma de amor, não tenho vergonha de ser assim, simplesmente tenho receio que o amor não me compreenda.

Agora olho para estas letras e penso em ti, e não me apetece escrever mais. Por muito que escreva acho que vai representar sempre uma pequena parte do que sinta por ti.
Amo-te mais do que imaginas, neste momento a minha vida não passa sem estares comigo, sem poder contar contigo. Assim sempre que o meu amor desejar eu estarei lá, para lutar por ti, todos os dias, e dizer que é um grande amor este que vive dentro de mim, do qual és a única herdeira.

Esperemos que este seja o início do AMOR, feito para ser de SEMPRE.

Eu preciso do teu amor para sobreviver.

Parabéns Amorzinho
Beijinhos

AMO_TE

Não há muito para dizer, simplesmente AMO-TE!

Olha…

Quem não acredita
que temos uma pessoa guardada
uma alma geminada que nos está predestinada
Há quem julgue que não andamos á procura de uma só pessoa
Com quem passar esta vida dura

Mas descobri a cura pra tanta falta de crença
Logo á primeira vista, contigo, na tua presença
Senti a minha energia
colar-se na tua
brincar com a tua
rir rimar e voar com a tua

Tudo parou por momentos
Tudo cessou de existir
Tudo por instantes pra assistir á cena evoluir
Foi um fluir um desfile de pontos em comum
Um alimentar de pontos vitais há muito em jejum
Paixão cresceu em mim, algo bateu forte
E me deixou atordoado por uns tempos sem norte

Espero que a sorte me ajude
a esperança não mude
que a paciencia aguente firme nesta atitude
até que surja ocasião mais oportuna
P’ra união deste poeta com a sua musa

Não sabias disto? Não? Chegou a altura de descobrires
de sentires tenho uma razão a dar-te para sorrires

Tás a ouvir? aquilo que eu te digo que eu te faço qu’eu te mostro q por ti gravo
Tás a ouvir? é isto qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto

Queria levar-te numa volta num clube para fora daqui
P’ra longe daqui, hoje, ou quando desse jeito pra ti
Respeito por ti mantenho por enquanto só sonho
em tardes passadas contigo com vista po Douro
Curtia passar o dia deitado, só a olhar,
só a falar-te ao ouvido coisas ditas com arte
Massajar-te com o óleo perfumado a sandalo
enquanto, incenso espalha aroma no meu quarto

Imagino-me a despir-te,
imagino-me a sentir-te,
a beijar-te, a acariciar-te
Nunca fugir, nunca mentir-te,
ver poesia, cds mostrados
Ver nascer o dia contigo e quadros pintar-te,
Fazer graffs com o teu nome, colours ou silver,
Passar isto para a realidade por saber como é incrível
Quando comunico contigo tenho prazer de te ver,
Guardo a tua imagem nos olhos vou mante-la a sorrir,
Luto com tudo e com todos se for preciso mas fico!
Não arredo pé que afinco na convicção do que sinto,

Não sabias disto?
Chegou a altura de descobrires, de sentires, tenho uma razão a dar-te para sorrires.

Tás a ouvir? aquilo que eu te digo que eu te faço qu’eu te mostro q por ti gravo
Tás a ouvir? é isto qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto
Tás a ouvir? aquilo que eu te digo que eu te faço qu’eu te mostro q por ti gravo
Tás a ouvir? é isto qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto

Queria que visses o mundo diferente do que conheces,
Que vivesses uma vida a sério como a que mereces,
Que me tivesses a teu lado,
Para que acreditasses nas possibilidades de encontrar a felicidade se amasses,
Se visses, que a atracção é bem mais que fatal, mais que local,
O meu interesse em ti é mesmo total,
É platónico, nada existe ninguém sabe, ninguém se apercebe disto,
Que em mim quase não cabe,

Quase expludo, guardo tudo isto bem lá no fundo
Aguardo a tua receita pra trazer ao meu mundo
Não me iludo,
Mas acredito no sentimento
acima de tudo espero que isto fique no pensamento
Que te faça sorrir, vibrar de contentamento,
Parar por um momento, fazer contas ao tempo,

Já perdido sem sentido, acreditas no destino?
Tatuei no braço por saber que me ia encontrar contigo,
Arrepiei-me quando vi pela primeira vez o teu sorriso,
E enquanto escrevo isto arrepio-me quando penso nisso.

Não sabias disto?
Chegou a altura de descobrires, de sentires, tenho uma razão a dar-te para sorrires.

Tás a ouvir? aquilo que eu te digo que eu te faço qu’eu te mostro q por ti gravo
Tás a ouvir? é isto qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto
Tás a ouvir? aquilo que eu te digo que eu te faço qu’eu te mostro q por ti gravo
Tás a ouvir? é isto qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto, por ti qu’eu sinto

Confusion that never stops

Coldplay – Clock

The lights go out and I can’t be saved
Tides that I tried to swim against
Brought me down upon my knees
Oh I beg, I beg and plead – Singing
come out of the things unsaid
Shoot an apple off my head – And a
trouble that can’t be named
A tiger’s waiting to be tamed – Singing

You are
You are

Confusion that never stops
The closing walls and ticking clocks – Gonna
come back and take you home
I could not stop that you now know – Singing
come out upon my seas
Cursed missed opportunities – Am I
a part of the cure
Or am I part of the disease – Singing

You are
You are
You are
You are

And nothing else compares
Oh no nothing else compares
And nothing else compares

Home, home where are want you to go

http://myluna.wordpress.com/

As pessoas gostam de saber a verdade, mas não sabem muito bem como a enfrentar. Será porque magoa assim…muito? Será porque nos sentimos, digamos…um pouco melhor, por alguém, teoricamente, não nos esconder mais nada? Quando essa verdade não nos convém, mas mesmo assim insistimos espontaneamente em querer saber, sendo duros para nós próprios… pois claro, precisamos ou pensamos que precisamos de saber tudo acerca de determinada coisa. Às vezes temos até uma ideia, uma leve suspeita do que nos vai ser dito, um caricato pressentimento que algo não está a correr como queríamos. Mas ainda assim… temos de saber. O que pedimos por vezes conduz-nos ao que não queremos ouvir. Não… nem pensar, não pode ser.Mas o mais estranho é que é mesmo. Ou talvez não. Nós é que pensávamos que não podia ser. E depois ouvimos, lemos, sentimos aquilo que era suposto não acontecer na nossa imensa imaginação. E a nossa reacção é quase sempre a mesma: Eu já sabia! O que é uma força de expressão, porque não sabíamos nada, nada de nada. Eu já sabia, é que era o meu pior pesadelo… isto é o que as pessoas querem dizer quando dizem: eu já sabia. Ou então um atónito: “não posso acreditar!”, claro que se pode acreditar, ou melhor deve-se acreditar. Ou será que nos querem confundir? E pronto aquilo que ambicionávamos saber está escarrapachado á nossa frente. Sim… depois já podemos respirar, só um bocadinho, porque depois temos muito por onde escolher: apatia, lágrimas, desespero, descontrolo, raiva e finalmente resignação. E depois, não nos lembramos de nada para contrapor a verdade e nada nos faz lembrar porque ambicionávamos tanto conhece-la. Mas então? Não era isso que queríamos saber? A verdade. Exposta e rude, como ela é, sem enfeites, sem uma fitinha vermelha em papel resplandecente. Afinal foi o que pedimos. E diz-se por aí que cada um tem aquilo que merece… mas eu tenho a certeza que não. Mesmo que doa muito, que nos faça chorar baba e ranho e que pensemos que o mundo acabou… porque não era o que queríamos ouvir. O mundo não acaba, por uma verdade singular. Olha… toma, embrulha, é para aprenderes, para a próxima não cais no mesmo, mas é óbvio, certo que irás cair… porque a verdade é sempre a que queremos ouvir, enfeitada como uma prenda de Natal… que ainda está para vir. Não devia ser olho por olho, dente por dente, pão pão, queijo queijo, toma lá dá cá, tudo tem um preço e tudo se paga?Pois… mas a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima, já dizia a minha avó. E mais vale uma vil verdade do que uma mentira escondida.

http://myluna.wordpress.com/